Acho que foi a primeira vez do ano que saí nas calmas, sem preocupações. Um simples jantar no Irish @ parque das naçoes e um saltinho ao Meninos do Rio @ cais do sodré.
Foi uma noite feliz e tranquila entre amigos/primos. A primeira noite do ano que nao ficou marcada por dramas ou estados de embriaguez pesados de quem quer que fosse. Ficou marcada pelo essencial, risos e boa disposição com a dançazinha do YMCA á mistura.
Já tive cuidado com os dedos, com o que escrevia, dizia e fazia. Agora no quarto 315 opto por viver as coisas ao máximo e à minha maneira.
domingo, agosto 2
sábado, agosto 1
E se eu perder sonhos no caminho?
Psicologia. Era só o que queria e estava mais que decidida. Compreender a mente, saber o que levou o individuo X a praticar Y. Ajudar. Fazer alguma diferença.
Já tinha excluído a hipotese de estudar no estrangeiro. Não queria começar de novo e correr o risco de perder a minha prioridade, a minha Ém.
Encontrei obstáculos que antes nunca me impediam de seguir e até me empurravam para a frente. Os meus pais estão a pegar em mim e a colocar-me no caminho oposto ao que ia imaginando e traçando. Piscologia? Isso é a saída fácil. Psicologos sao Psiquiatras falhados tal como Enfermeiros são Médicos falhados. Não sejas burra aproveita que tens a possibilidade e vai estudar algo de jeito po estrangeiro!
Já tinha excluído a hipotese de estudar no estrangeiro. Não queria começar de novo e correr o risco de perder a minha prioridade, a minha Ém.
Encontrei obstáculos que antes nunca me impediam de seguir e até me empurravam para a frente. Os meus pais estão a pegar em mim e a colocar-me no caminho oposto ao que ia imaginando e traçando. Piscologia? Isso é a saída fácil. Psicologos sao Psiquiatras falhados tal como Enfermeiros são Médicos falhados. Não sejas burra aproveita que tens a possibilidade e vai estudar algo de jeito po estrangeiro!
(pausa; sou a única que está a ver um erro de raciocinio de pais um bocado toscos?)
Okay... talvez consigo fazer algo que goste sem ser psicologia se incluir o entusiasmo de estudar no estrangeiro... Itália ou Suécia. Itália! Tanto eu como a Ém adoramos a Itália com todo o nosso coração e conseguiamos perfeitamente acabar o estudos e trabalhar em Milão :)
"Itália!?" disseram os progenitores, "Se estudares fora vais para o Canadá! Já conheces aquilo tudo, vives com os teus padrinhos..."
Hum... Acho que não tenho mão no meu futuro. Vai ser algo do género "Vais casar agora com o Fulano Tal e daqui a um ano tenho de ter um neto"
sexta-feira, julho 31
Sou distraída o suficiente para não reparar que a maré já tinha enchido bastante e, em vez de contornar as rochas, pratiquei escalagem com a prancha e os pés de pato. Resultado: uma perna e meia + um braço esfolado e continuo perdida de amores pelas ondas do Baleal. Um dia morro nas mãos da minha falta de experiência :)
Isto Não É Um Filme
Talvez tenham passado duas semanas espectacular com o Alive, uma semana a acampar em Peniche, surf a toda a hora, avarias no computador, feiras medievais, reencontros e idas ao centro de Portugal. Mas no entanto experienciei o qe nunca pensara que podesse acontecer ao pé de mim. Nem sei como começar este "desabafo", algo que tem de sair de dentro de mim, algo estritamente confidencial, algo que não sai de um grupo pequeno de pessoas que não se atrevem a tocar no assunto.
Lembro-me da primeira vez que ouvi falar nela. Tinha entrado a meio do ano para a turma da Ém aparentava ser inteligente mas uma p***. Entretanto houveram confusões, a Ém chegou a dar-lhe um bom encherco de porrada devido ao seu mau temperamento, pouca paciência para quem não conhece, por aí fora. Acabou por se descobrir que a miúda tinha uma lista de problemas enormes, um curriculo de hospitais psiquiatricos impressionante e uma quantidade pesada de comprimidos a tomar para a sua idade.
Aos poucos a rapariga começou a fazer parte das nossas tardes e a tornar-se nossa amiga.
A nossa nova amiga esteve sempre ao nosso lado, ajudou-nos em momentos cruciais da nossa relaçao e nós sempre a defendemos. A sua bipolaridade começou a acentuar, os ataques epiléticos diminuiram drasticamente, as coisas estavam a começar a correr bem devido á eterna paciencia da Ém para os seus entes queridos. O pior aconteceu quando ela pela primeira vez desde da sua ida para a grande cidade viu-se sem ninguem. A Ém de descanso no Algarve e eu isolada e fechada na Santa Terrinha. Ao ser vista sem protecção a rapariga foi gozada a extremos, encurralada e espancada por 'conhecidos'. Acho que o tempo parou quando a Ém ligou-me; "A Rapariga quer-se matar (...) não é para chamar a atençao, ela vai fazê-lo, ela vai tomar comprimidos, voltou a ter um crise (...) ligou-me a despedir-se (...)". A Ém ligou á sua amiga de infância a pedir-lhe para correr até ao apartamento, arrombar a porta independentemente de tudo e fazê-la vomitar mesmo se ela não quizesse. Assim foi sempre com a Ém controlar o resgate do outro lado da linha. Foi o mais depressa possivel do Algarve para a Cidade. Talvez tenha sido aí que o verdadeiro susto começou.
A Ém viu que 14 comprimidos foram consumidos de um frasco cheio, comprimidos que era suposto tomar-se uma vez de seis em seis meses. A rapariga começou a ter um ataque epilético, a Ém entrou em piloto automático, agarrou-a, meteu uma almofada atrás da cabeça e pouco depois passou. Algo não estava bem. Ligou-se para o 112 para uma ambulancia e concelhos. a seguir de obrigá-la a beber um litro de leite e mandá-la vestir qualquer coisa ouviu-se um estrondo na casa de banho. Outro ataque e mais uma vez a Ém teve controlo na situação, manteve a calma, fez o que devia. Chegou a ambulancia e a seguir de duas noites a soro e a oxigénio tudo começou a voltar ao normal.
No meio disto tudo não consegui fazer rigorosamente nada. Fui apenas um pilar para a Ém. Ela salvou uma vida. Literalmente salvou uma vida. Eu ficaria parada, a minha velocidade de reacção seria demorada, veria tudo em câmera lenta como num filme, boca aberta e de pés colados ao chão, não fui capaz de fugir das garras dos familiares enfadonhos e fazer algo pela a minha amiga. Sinto-me inútil na verdade. Fiquei espantada com a minha companheira, estou cheia de orgulho. Mas o que é que ela retirou de mim desta experiência? Cobardia de certeza.
Lembro-me da primeira vez que ouvi falar nela. Tinha entrado a meio do ano para a turma da Ém aparentava ser inteligente mas uma p***. Entretanto houveram confusões, a Ém chegou a dar-lhe um bom encherco de porrada devido ao seu mau temperamento, pouca paciência para quem não conhece, por aí fora. Acabou por se descobrir que a miúda tinha uma lista de problemas enormes, um curriculo de hospitais psiquiatricos impressionante e uma quantidade pesada de comprimidos a tomar para a sua idade.
Aos poucos a rapariga começou a fazer parte das nossas tardes e a tornar-se nossa amiga.
A nossa nova amiga esteve sempre ao nosso lado, ajudou-nos em momentos cruciais da nossa relaçao e nós sempre a defendemos. A sua bipolaridade começou a acentuar, os ataques epiléticos diminuiram drasticamente, as coisas estavam a começar a correr bem devido á eterna paciencia da Ém para os seus entes queridos. O pior aconteceu quando ela pela primeira vez desde da sua ida para a grande cidade viu-se sem ninguem. A Ém de descanso no Algarve e eu isolada e fechada na Santa Terrinha. Ao ser vista sem protecção a rapariga foi gozada a extremos, encurralada e espancada por 'conhecidos'. Acho que o tempo parou quando a Ém ligou-me; "A Rapariga quer-se matar (...) não é para chamar a atençao, ela vai fazê-lo, ela vai tomar comprimidos, voltou a ter um crise (...) ligou-me a despedir-se (...)". A Ém ligou á sua amiga de infância a pedir-lhe para correr até ao apartamento, arrombar a porta independentemente de tudo e fazê-la vomitar mesmo se ela não quizesse. Assim foi sempre com a Ém controlar o resgate do outro lado da linha. Foi o mais depressa possivel do Algarve para a Cidade. Talvez tenha sido aí que o verdadeiro susto começou.
A Ém viu que 14 comprimidos foram consumidos de um frasco cheio, comprimidos que era suposto tomar-se uma vez de seis em seis meses. A rapariga começou a ter um ataque epilético, a Ém entrou em piloto automático, agarrou-a, meteu uma almofada atrás da cabeça e pouco depois passou. Algo não estava bem. Ligou-se para o 112 para uma ambulancia e concelhos. a seguir de obrigá-la a beber um litro de leite e mandá-la vestir qualquer coisa ouviu-se um estrondo na casa de banho. Outro ataque e mais uma vez a Ém teve controlo na situação, manteve a calma, fez o que devia. Chegou a ambulancia e a seguir de duas noites a soro e a oxigénio tudo começou a voltar ao normal.
No meio disto tudo não consegui fazer rigorosamente nada. Fui apenas um pilar para a Ém. Ela salvou uma vida. Literalmente salvou uma vida. Eu ficaria parada, a minha velocidade de reacção seria demorada, veria tudo em câmera lenta como num filme, boca aberta e de pés colados ao chão, não fui capaz de fugir das garras dos familiares enfadonhos e fazer algo pela a minha amiga. Sinto-me inútil na verdade. Fiquei espantada com a minha companheira, estou cheia de orgulho. Mas o que é que ela retirou de mim desta experiência? Cobardia de certeza.
quarta-feira, julho 8
segunda-feira, julho 6
Ana Moura
Foi algo de espectacular.
Fiquei vidrada na sensualidade da senhora enquanto cantava e brincava com o público.
Fiquei vidrada na sensualidade da senhora enquanto cantava e brincava com o público.
sábado, julho 4
Colete Encarnado
"E chove e chove e chove e chove, é trovoada!
E Vila Franca é uma terra abençoada!
E viva o vinho, a aguardente e o bagaço!
Eu bebo tanto que já não sei o que faço!"
Já cheira mesmo a Colete, a festa brava e a todo o convívio e alegria que vem com ele! :)
O fim de semana mais esperado...
Domingo concerto da Ana Moura para ver com a viciada em fado da namorada mais a minha mãezinha (que combinação perfeita ahah)
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